quarta-feira
Feliz 2009...
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terça-feira
Boa noite...
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domingo
Dona Lindu...
O projeto de Niemeyer inclui ciclovia, pistas para cooper e skate, quadra poliesportiva, playground, áreas para descanso e ginástica. Haverá também teatro, pavilhão para exposições, restaurante, sanitários, fraldário e central técnica.
O Parque Dona Lindu ocupará um terreno cedido pelo Governo Federal, no governo Lula, e situado entre as avenidas Boa Viagem e Visconde de Jequitinhonha. O local, antes pertencente à Aeronáutica, estava destinado à construção de mais espigões na orla de Boa Viagem.
Agora, a área terá, além de gramado, 3 mil espécimes vegetais, entre elas palmeiras, coqueiros, ipês roxos, paus-brasil, acácias cubanas, craibeiras, felícios, lagestromias, paus-de-formiga, mororós, jasmins, filodendronias, guiambês, orelhas de onça, clúsias, ciças, lírios, panamás vermelho e rosa, ixoras, açucenas e barras de serpente. Os 60% de área verde equivalem a 16.300,20 m², enquanto que a área construída chega a 6.280.65 m². (Marx, tu que faz biologia tu deve gostar dessa área hahahahahahahah).
O Parque Dona Lindu abrigará também um moderno teatro coberto, com capacidade para 540 espectadores e palco reversível, com paredes que poderão abrir para a área externa. Em outra construção, o Parque terá dois salões de exposições, sendo um no térreo e outro no mezanino. Um restaurante completa o centro de lazer e cultura contido no Parque Dona Lindu. O pátio que envolve as construções será entrecortado com faixas de grama, aumentando a área verde e evitando a impermeabilização do solo.
Haverá 327 vagas para estacionamento. No orçamento, estão incluídos a instalação dos equipamentos do teatro, como toda parte cênica, sonorização e tratamento acústico, poltronas e plataformas para garantir a acessibilidade das pessoas com necessidades especiais. Também está incluída toda a rede de proteção do parque, além do circuito fechado de TV que fará a segurança do local.
Tudo isso, foi esquecido pela imprensa golpista que sempre quer denigrir a imagem do bom governo de Lula e João Paulo. Imprensa nojenta, sem escrúpulos e vendida. Interesses esses golpistas tinham. Qual? Os apartamentos que seriam erguidos no terreno que está lotado o parque.
Pensar no social é dever do estado, rapá!
Xô imprensa golpista.
Xô Imprensalão.
E que venha Dona Lindu e seu Filho.
O Parque Dona Lindu ocupará um terreno cedido pelo Governo Federal, no governo Lula, e situado entre as avenidas Boa Viagem e Visconde de Jequitinhonha. O local, antes pertencente à Aeronáutica, estava destinado à construção de mais espigões na orla de Boa Viagem.
Agora, a área terá, além de gramado, 3 mil espécimes vegetais, entre elas palmeiras, coqueiros, ipês roxos, paus-brasil, acácias cubanas, craibeiras, felícios, lagestromias, paus-de-formiga, mororós, jasmins, filodendronias, guiambês, orelhas de onça, clúsias, ciças, lírios, panamás vermelho e rosa, ixoras, açucenas e barras de serpente. Os 60% de área verde equivalem a 16.300,20 m², enquanto que a área construída chega a 6.280.65 m². (Marx, tu que faz biologia tu deve gostar dessa área hahahahahahahah).
O Parque Dona Lindu abrigará também um moderno teatro coberto, com capacidade para 540 espectadores e palco reversível, com paredes que poderão abrir para a área externa. Em outra construção, o Parque terá dois salões de exposições, sendo um no térreo e outro no mezanino. Um restaurante completa o centro de lazer e cultura contido no Parque Dona Lindu. O pátio que envolve as construções será entrecortado com faixas de grama, aumentando a área verde e evitando a impermeabilização do solo.
Haverá 327 vagas para estacionamento. No orçamento, estão incluídos a instalação dos equipamentos do teatro, como toda parte cênica, sonorização e tratamento acústico, poltronas e plataformas para garantir a acessibilidade das pessoas com necessidades especiais. Também está incluída toda a rede de proteção do parque, além do circuito fechado de TV que fará a segurança do local.
Tudo isso, foi esquecido pela imprensa golpista que sempre quer denigrir a imagem do bom governo de Lula e João Paulo. Imprensa nojenta, sem escrúpulos e vendida. Interesses esses golpistas tinham. Qual? Os apartamentos que seriam erguidos no terreno que está lotado o parque.
Pensar no social é dever do estado, rapá!
Xô imprensa golpista.
Xô Imprensalão.
E que venha Dona Lindu e seu Filho.
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19:17
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sábado
História sem fim...
Capítulo I de uma história nada convencional. Clichê para alguns e surpreendente para outros. História essa que modificou ao andar, até hoje, a cada passo. Por isso que resolvi escreve-la em capítulos. E quando não escrever mais é porque, no mínimo, não estarei vivo. Deixarei, então, esse legado a quem viver.
O nome desse capítulo será chamado de impacto. Impacto, pois, foi o que aconteceu quando eu a vi. Se eu pudesse descrever o que vi seria, ao menos, interessante pra você leitor, mas, é impossível. Eu posso dizer isso que foi [...]. Decodificando os colchetes e o et cetera significa dizer que estive sem palavras.
Palavras engolidas, olhares subversivos e uma faixa no cabelo. Lembro-me bem da faixa. Risonha, extrovertida e consegue aglutinar rápido. De fato e de direito foi impacto. Estava jantando depois de um dia cheio e no meio de uma aula de Teoria da História. A aula não estava muito afim não. Sair, respirei e olhei a faculdade cheia de sangue novo. Movimentos iam e viam. E ela passava mais uma vez. Meu olhar foi com ela. Fixo nos passos, nos gestos e no jeito.
Desceu a rampa e passou a mão no cabelo, provavelmente achara que estava assanhado, no entanto seus cachos são de infinita particularidade e perfeitas voltas. Resolvi descer e rever amigos da faculdade. Cumprimentei todos, ri horrores e conversei sobre tudo. Incrivelmente sentia falta de algumas pessoas que tinham se formado no ano que passou.
Decidir ir a sala dos novatos. Não tinha ninguém, pois, os mesmos estavam na quadra. Aula de que? Sei lá, não sei não. Olhei rápido e avistei novamente a mesma pessoa de antes. Chegaram pessoas e chamaram alguns novatos e ela saiu e passou. Beber? Flavinha? Uhu. Não fui. Voltei a sala de aula. E fiquei por um bom tempo. Terminada a aula queria mesmo era voltar pra Hellcife, mas, como temos que esperar até 22h. esperei em algumas barracas na frente da faculdade.
Noite limpa em Nazaré da Mata, novatos ainda sem saber o que fazer, e nem sabiam aonde era o chaveiro, olhares de susto. Todos os veteranos falavam sobre a festa da sexta. A sexta dos infernos para os FERAS, assim é que chamamos os novatos, a calourada tão esperada. Sobre a calourada será nos próximos capítulos.
Ainda sobre o impacto, realmente, impactou.
Muitos podem perguntar:
- Ela era muito linda mesmo?
- Não - Respondo.
- Qual o motivo de todo impacto?
- Beleza singular. Um misto de tudo. Isso impacta. Isso é diferente da forma de beleza que nos é “atolado” a goela a baixo. Isso sim é belo. O diferencial nela era o não ser convencional - Respondo.
Pois é caro leitor. Impacto. Se já aconteceu com você sabes bem o que falo.
O nome desse capítulo será chamado de impacto. Impacto, pois, foi o que aconteceu quando eu a vi. Se eu pudesse descrever o que vi seria, ao menos, interessante pra você leitor, mas, é impossível. Eu posso dizer isso que foi [...]. Decodificando os colchetes e o et cetera significa dizer que estive sem palavras.
Palavras engolidas, olhares subversivos e uma faixa no cabelo. Lembro-me bem da faixa. Risonha, extrovertida e consegue aglutinar rápido. De fato e de direito foi impacto. Estava jantando depois de um dia cheio e no meio de uma aula de Teoria da História. A aula não estava muito afim não. Sair, respirei e olhei a faculdade cheia de sangue novo. Movimentos iam e viam. E ela passava mais uma vez. Meu olhar foi com ela. Fixo nos passos, nos gestos e no jeito.
Desceu a rampa e passou a mão no cabelo, provavelmente achara que estava assanhado, no entanto seus cachos são de infinita particularidade e perfeitas voltas. Resolvi descer e rever amigos da faculdade. Cumprimentei todos, ri horrores e conversei sobre tudo. Incrivelmente sentia falta de algumas pessoas que tinham se formado no ano que passou.
Decidir ir a sala dos novatos. Não tinha ninguém, pois, os mesmos estavam na quadra. Aula de que? Sei lá, não sei não. Olhei rápido e avistei novamente a mesma pessoa de antes. Chegaram pessoas e chamaram alguns novatos e ela saiu e passou. Beber? Flavinha? Uhu. Não fui. Voltei a sala de aula. E fiquei por um bom tempo. Terminada a aula queria mesmo era voltar pra Hellcife, mas, como temos que esperar até 22h. esperei em algumas barracas na frente da faculdade.
Noite limpa em Nazaré da Mata, novatos ainda sem saber o que fazer, e nem sabiam aonde era o chaveiro, olhares de susto. Todos os veteranos falavam sobre a festa da sexta. A sexta dos infernos para os FERAS, assim é que chamamos os novatos, a calourada tão esperada. Sobre a calourada será nos próximos capítulos.
Ainda sobre o impacto, realmente, impactou.
Muitos podem perguntar:
- Ela era muito linda mesmo?
- Não - Respondo.
- Qual o motivo de todo impacto?
- Beleza singular. Um misto de tudo. Isso impacta. Isso é diferente da forma de beleza que nos é “atolado” a goela a baixo. Isso sim é belo. O diferencial nela era o não ser convencional - Respondo.
Pois é caro leitor. Impacto. Se já aconteceu com você sabes bem o que falo.
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sexta-feira
Boa noite...
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Michel Chaves
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21:28
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SIMI's... O começo...

Ergam seus copos por quem vai partir
Longo será o caminho a seguir
Nada será como costuma ser
Nada vai ser fácil pra você
Não faça o mesmo que fez o seu pai
Não leve armas lá onde vai
Tantos eu já vi pagando pra ver
Não dá tempo de se arrepender
Nada que já não deva saber
Não há nada que não possa ter
Quero que a estrada venha sempre até você
E que o vento esteja sempre a seu favor
Quero que haja sempre uma cerveja em sua mão
E que esteja ao seu lado, seu grande amor
Eu me despeço de todos vocês
Muitos aqui não verei outra vez
Fora o inverno e o tempo ruim
Eu não sei o que espera por mim
Mas pouco importa o que venha a ser
Se eu tiver um dia a quem dizer
Quero que a estrada venha sempre até você
E que o vento esteja sempre a seu favor
Quero que haja sempre uma cerveja em sua mão
E que esteja ao seu lado, seu grande amor.
Tempo Ruim - Matanza
Mesmo que o nome da música seja "Tempo Ruim" a música tem uma letra que lembra nós. Eu não tenho palavras pra falar e nem frases comoventes, mas, o pouco que deixo aqui é meu respeito por vocês.
"Quero que a estrada venha sempre até você
E que o vento esteja sempre a seu favor
Quero que haja sempre uma cerveja em sua mão
E que esteja ao seu lado, seu grande amor"
E que o vento esteja sempre a seu favor
Quero que haja sempre uma cerveja em sua mão
E que esteja ao seu lado, seu grande amor"
Essa é a parte que deixo pra vocês!
Amo.
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Michel Chaves
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20:05
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quinta-feira
Texto sobre a crise...
Texto atribuído ao Neto, MENTOR MUNIZ NETO, diretor de criação e sócio da Bullet, uma das maiores agências de propaganda do Brasil, sobre a crise mundial.
Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.
Bancos e investidores.
Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.
Se quiser, repasse, se não, o que importa?
O nosso almoço tá garantido mesmo...
bom sono a todos.
ML
Fonte: http://wwwterrordonordeste.blogspot.com/2008/12/muito-bom_23.html
Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.
Bancos e investidores.
Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.
Se quiser, repasse, se não, o que importa?
O nosso almoço tá garantido mesmo...
bom sono a todos.
ML
Fonte: http://wwwterrordonordeste.blogspot.com/2008/12/muito-bom_23.html
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Michel Chaves
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terça-feira
O DAGB já está fazendo pose... e quem é o excluído?...
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Michel Chaves
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21:53
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Nós...
"Esse segredo deve ficar entre mim e você" – é esta a forma recomendada na língua culta: pronome oblíquo depois de preposição. Nas regiões em que o pronome usual é "tu", o correto formal é entre mim e ti. Mas na linguagem popular é comum e aceitável a frase "isso fica entre você e eu".
Essa rejeição ao ‘mim’ só se dá com a preposição ‘entre’. Com as demais preposições o uso desse pronome é natural: a mim, até mim, contra mim, de mim, em mim, para mim, por mim, sem mim etc. O caso da preposição com é peculiar, pois ela se amalgama com o pronome oblíquo, à exceção da 3ª pessoa: comigo, contigo, com ele/ela, conosco, convosco, com eles. Registre-se, porém, que se usa "com nós" quando aparece um elemento especificador depois do pronome: "Ele falou com nós todos, discutiu com nós três.
Sair de mim... Ir até você... Nos tornamos nós.
Essa rejeição ao ‘mim’ só se dá com a preposição ‘entre’. Com as demais preposições o uso desse pronome é natural: a mim, até mim, contra mim, de mim, em mim, para mim, por mim, sem mim etc. O caso da preposição com é peculiar, pois ela se amalgama com o pronome oblíquo, à exceção da 3ª pessoa: comigo, contigo, com ele/ela, conosco, convosco, com eles. Registre-se, porém, que se usa "com nós" quando aparece um elemento especificador depois do pronome: "Ele falou com nós todos, discutiu com nós três.
Sair de mim... Ir até você... Nos tornamos nós.
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Michel Chaves
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21:30
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Estórias...
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Michel Chaves
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