domingo
#BlogNemComento - Vídeo que acusa Dilma de mentir sobre contas de luz é uma farsa
#BlogNemComento - Dilma é aprovada por 73% da população afirma CNI/IBOPE
Após 3 meses de mandato, a presidenta Dilma Rousseff é aprovada por 73% da população,12% disseram desaprovar a presidente e 14% não souberam ou não responderam, segundo pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta sexta-feira.Quanto ao Governo 56% dos entrevistados consideram a gestão Dilma ótima ou boa,27% consideraram regular e apenas 5% avaliaram como ruim ou péssimo.
A confiança na presidente também é alta: 74% dos entrevistados afirmaram confiar em Dilma, contra 16% de pessoas que disseram não confiar. Outros 10% não souberam responder.
Os índices positivos superam os registrados pela pesquisa Datafolha, divulgada no dia 20 de março. Segundo o Datafolha, Dilma foi aprovada por 47% dos brasileiros –igualando-se ao recorde registrado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no mesmo período do seu segundo mandato.
COMPARAÇÃO COM LULA
A maior parte da população entrevistada (64%) considera que o governo Dilma Rousseff é igual ao do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O percentual de pessoas que acham que a gestão Dilma é melhor (12%) é praticamente o mesmo de quem acha pior (13%).
APROVAÇÃO DE DILMA É MAIOR QUE A DOS EX-PRESIDENTES NESTA MESMA ÉPOCA
A primeira avaliação do governo Dilma é maior do que a obtida por seus dois antecessores. Em março de 1995, Fernando Henrique Cardoso obteve 41% de aprovação. Em seu primeiro mandato, Lula foi aprovado por 51% dos entrevistados à época, em março de 2003.
Fontes:
http://blogdadilma.blog.br/2011/04/73-dos-brasileiros-aprovam-dilma-diz-cniibope.html
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5041311-EI7896,00-CNIIbope+Dilma+Rousseff+e+aprovada+por+da+populacao.html
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/04/01/cni-ibope-dilma-aprovada-por-73-da-populacao-924137361.asp
http://www.portalcorreio.com.br/noticias/matler.asp?newsId=176719
http://www.cartacapital.com.br/politica/dilma-tem-73-de-aprovacao-mostra-cniibope
sexta-feira
#BlogNemComento - Sobre a visita de Barack Obama ao Brasil

Carta da Articulação de Esquerda
“Aos Membros do Diretório Nacional do PT
Sobre a visita de Barack Obama ao Brasil
A visita de Barack Obama, Presidente dos Estados Unidos, ao Brasil, será uma oportunidade para que o governo Dilma reafirme nossas posições em favor de uma nova ordem mundial, baseada no desenvolvimento, na paz, nos direitos humanos e no respeito à soberania e autodeterminação dos povos.
Será, também, uma oportunidade para que a sociedade brasileira manifeste sua opinião acerca da política estado-unidense. Manifestação que pode e deve ser distinta da feita pelo governo, até porque aprendemos com a história passada e presente quão desastrosas resultam as tentativas de subordinar movimentos e partidos aos governos.
Neste sentido, saudamos as manifestações de partidos de esquerda, movimentos sociais e setores progressistas em geral, em favor do imediato fechamento da prisão em Guantánamo, da suspensão do bloqueio contra Cuba e pela revisão das leis de imigração nos Estados Unidos, que tanto prejudicam os imigrantes que buscam aquele país por melhores condições de vida.
Reiteramos, também, nosso repúdio às guerras promovidas pelos Estados Unidos no Afeganistão e no Iraque, bem como às ameaças de invasão da Líbia.
Denunciamos ainda, como inimiga da paz mundial e da democracia, a postura do governo Obama, que deu apoio efetivo para os golpistas em Honduras, continua espalhando bases militares pelo continente, inclusive junto às fronteiras da Amazônia. Igualmente contestamos o renascimento da IV Frota.
Da mesma forma como fizemos quando da visita do então presidente George W. Bush, os militantes petistas participarão das atividades convocadas pelos movimentos sociais, em defesa de nossas posições e contra as políticas do governo e da mídia dominante dos Estados Unidos, que expressam os interesses de poderosos grupos econômicos transnacionais.
Direção Nacional da Articulação de Esquerda,
Tendência interna do Partido dos Trabalhadores
quinta-feira
#BlogNemComento - Geração de Empregos
Brasil criou 280 mil empregos com carteira assinada somente em fevereiro
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (15) pelo Ministério do Trabalho mostram que foram criados 280.799 empregos com carteira assinada em fevereiro deste ano e bateram recorde para este mês. Os números foram divulgados pelo Ministério do Trabalho.O resultado é recorde histórico para o mês de fevereiro desde que surgiu a primeira versão da pesquisa do Caged, em 1992. O melhor desempenho até então na geração de empregos formais no País para o mês foi verificado em 2010, quando foram contabilizados 209.425 postos de trabalho com carteira assinada.
Os números do governo mostram que o emprego formal também bateu recorde no primeiro bimestre deste ano, quando foram geradas 448.742 empregos com carteira assinada. Esse valor já incorpora a revisão dos dados de janeiro, com a incorporação de empregos declarados após o prazo formal.
Para 2011, primeiro ano do mandato da presidenta Dilma Rousseff, o ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi manteve a previsão de que serão criadas três milhões de vagas formais (novo recorde) apesar do corte de gastos de R$ 50 bilhões.
Fontes:
http://pe360graus.globo.com/educacao/empregos-e-concursos/empregos/2011/03/15/NWS,530453,30,248,EDUCACAO,885-EMPREGOS-FORMAIS-SOMAM-280-MIL-FEVEREIRO-BATEM-RECORDE.aspx
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI218273-17180,00-BRASIL+CRIA+MIL+EMPREGOS+COM+CARTEIRA+EM+FEVEREIRO.html
http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/03/empregos-formais-somam-280-mil-em-fevereiro-e-batem-recorde.html
http://noticias.terra.com.br/interna/0,,OI4993615-EI8177,00.html
http://economia.ig.com.br/pais+criou+2808+mil+empregos+formais+em+fevereiro+aponta+caged/n1238169158847.html
terça-feira
#BlogNemComento - Hebe Entrevista Dilma Rouseff - 15/03/11 parte 1/3
#BlogNemComento - Rede Cegonha e Governo Dilma
Presidenta Dilma anuncia criação do programa "Rede Cegonha" para atender mães e crianças
distribuir medicamentos de graça contra hipertensão e diabetes na rede "Aqui tem
Farmácia Popular" e o "Pronatec",o Prouni da escola técnica.
6 MIL CRECHES E PRÉ-ESCOLAS
Dilma afirmou que seu objetivo é construir 6 mil creches e pré-escolas para ajudar as mães de todo o país. “Nenhuma mulher trabalha tranquila se seus filhos não estiverem protegidos e bem cuidados. Por isso, vamos iniciar um programa cuja a meta é construir 6 mil creches e pré-escolas em todo o Brasil, até 1014. São muito importantes na administração do tempo das mulheres, mas são, sobretudo, importantíssimas para a educação das crianças e para atacar a raiz das desigualdades sociais. Todo mundo sabe que as crianças de zero a 5 anos, que recebem atenção social e pedagógica, higiene e alimentação adequados, entram na vida escolar em condições muito melhores”.
Segundo Dilma, ela deve honrar a mulher brasileira. “As mulheres ajudam a construir o nosso país. Saem dos seus lares, vão para o mundo do trabalho, para as empresas, para as escolas, às universidades, para a vida social e fazem a diferença. Se as mulheres não tivessem crescido em seu papel na sociedade brasileira, eu não conseguiria ter sido eleito presidenta, por isso eu devo honrar as mulheres do nosso país”, afirmou. “As mulheres podem. Mas ainda falta muito para as mulheres poderem tudo”, emendou.
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Uma das maiores preocupações da presidente, segundo depoimento ao longo do programa de rádio, é a violência doméstica. “Uma das minhas maiores preocupações é a violência contra a mulher, ainda muito presente, inclusive dentro de casa. Uma situação, que sobre todos os aspectos, é inaceitável para uma sociedade como a brasileira.”
Dilma considera “inaceitável” pesquisa apresentada no programa que diz que a cada dois minutos cinco mulheres são agredidas no Brasil. “Isso é inaceitável!”, disse. E acrescentou: “Uma das leis mais importantes, criadas no governo do presidente Lula, foi a Lei Maria da Penha. Essa lei é reconhecida até pela ONU como um modelo de enfrentamento da violência doméstica. O meu compromisso é garantir que essa lei seja rigorosamente cumprida. Aliás, no meu governo, o Ministério da Saúde tornou obrigatória a notificação da violência contra a mulher em toda a rede pública e privada do país na área da saúde. Quem não notificar que recebeu uma mulher agredida, machucada, está sujeito à punição administrativa e corre o risco de ser punido por seu conselho profissional”.
Fontes:
http://pe360graus.globo.com/noticias/brasil/politica/2011/03/14/NWS,530395,3,419,NOTICIAS,766-PRESIDENTE-DILMA-ROUSSEFF-ANUNCIA-REDE-CEGONHA.aspx
http://saudedilma.wordpress.com/2011/03/15/dilma-anuncia-rede-cegonha-no-cafe-com-a-presidenta/
http://www.pt-sp.org.br/noticia/?p=&acao=verNoticia&id=3507
http://www.pt.org.br/portalpt/noticias/nacional-2/rede-cegonha:-dilma-anuncia-criacao-de-programa-para-atender-maes-e-criancas-47171.html
http://noticias.r7.com/brasil/noticias/no-radio-dilma-anuncia-criacao-da-rede-cegonha-e-construcao-de-6-000-creches-ate-2014-20110314.html
segunda-feira
#BlogNemComento - Governo de Dilma terá que pagar pelos excessivos gastos de Lula
O quadro fiscal preocupante, que exigirá um aperto inédito de R$ 50 bilhões nos gastos públicos este ano, é parte da herança deixada para a presidente Dilma Rousseff pelo antecessor e mentor Luiz Inácio Lula da Silva. A farra de gastos no segundo mandato de Lula tem um preço, que já começou a ser pago pelo atual governo. A herança inclui inflação e taxa de juros em alta, uma carga tributária abusiva, um orçamento engessado por despesas permanentes com pessoal, benefícios previdenciários e a impossibilidade de ampliar os investimentos. Estudo do economista Fernando Montero, da Convenção Corretora, mostra que os gastos cresceram R$ 282 bilhões no governo anterior (descontada a inflação): 78,4% desse aumento ocorreu no segundo mandato.
"É preciso sobrar mais dinheiro para investimentos. E tem de começar pelo ajuste fiscal . "Só entre 2006 e 2010, as despesas do governo federal aumentaram R$ 221 bilhões, o que evidencia a guinada na política fiscal acentuada nos dois últimos anos de mandato, quando a crise global ofereceu ao governo uma justificativa para ampliar os gastos.
"O aumento da carga tributária, combinado com o crescimento do PIB ( Produto Interno Bruto) e a redução do superávit primário deram ao governo Lula um poder enorme para gastar - observa Montero.
Especialistas apontam a situação das contas públicas e os elevados gastos herdados do governo anterior como o maior problema econômico de Dilma neste início de mandato.
O cenário desfavorável na área fiscal influencia negativamente outras variáveis, como inflação e os juros -, embora, no caso dos preços, fatores externos também exerçam forte pressão, como a alta das commodities no mercado internacional.
Alcides Leite, especialista em contas públicas e professor da Trevisan, frisa que o aumento dos gastos correntes nos últimos anos, acima da expansão do PIB, impediu uma expansão mais robusta dos investimentos. E lembra que uma oferta maior de bens e serviços poderia minimizar a pressão inflacionária. Sem os investimentos, o país sente os efeitos no bolso, com preços maiores, já que a demanda continua bastante aquecida pela melhora de renda da população.
"É preciso sobrar mais dinheiro para investimentos. E tem de começar pelo ajuste fiscal (corte nos gastos de custeio) - recomenda.
Inflação voltou a preocupar em 2010
O corte de R$ 50 bilhões anunciado semana passada pelo governo é um primeiro passo, na visão do especialista, desde que os investimentos sejam preservados.
A curva de inflação no segundo mandato de Lula esteve sempre em alta, mas começou a preocupar em 2010, quando fechou em 5,91%, bem acima do centro da meta fixada pelo governo (4,5%). Entre as razões dessa escalada está o aquecimento da economia, turbinada pelo aumento dos gastos do governo no ano eleitoral.
Para 2011, a previsão é de inflação de 5,66%. Por isso, o Banco Central voltou a elevar a taxa básica de juros em janeiro, após cinco meses, para 11,25% ao ano. E deve continuar puxando a Selic para cima, até que a inflação esteja sob controle. O processo encarece as linhas de crédito, inibindo o consumo, com reflexos sobre o crescimento da economia.
Leite considera que o governo Lula teve um bom comportamento na área fiscal até a crise internacional de 2008 e 2009, quando as contas se deterioram. De 2003 a 2008, o superávit primário (economia feita pelo setor público para pagamento de juros) praticamente dobrou, chegando a R$ 101,696 bilhões e as metas foram cumpridas.
Em 2009, a meta não foi alcançada, mas os especialistas aceitam a justificativa do governo, que adotou medidas anticíclicas para enfrentar a crise internacional, como a isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados de automóveis.
Em 2010, o governo se valeu de truques e artifícios para turbinar as receitas, abrindo espaço para a ampliação dos gastos do Orçamento. Na capitalização da Petrobras, fez uma manobra contábil que garantiu ao caixa um reforço de R$ 32 bilhões. Ainda assim, não conseguiu cumprir a meta de superávit primário pela segunda vez consecutiva. Economizou o equivalente a 2,78% do PIB, quando precisava chegar a 3,1%.
Dilma herdou uma carga tributária recorde, equivalente a 34,4% do PIB, e, no primeiro ano de mandato, não terá como promover qualquer tipo de desoneração, como planejava. O aperto fiscal, imposto pelo crescimento excessivo dos gastos correntes no governo anterior, impede Dilma de qualquer ação para melhorar o sistema tributário do país e a vida das empresas.
"Baixar imposto é exercício fácil, mas o governo precisa fechar as contas. Por isso, não pode abrir mão de arrecadação. Só quando houver redução de gastos, poderá se desenhar uma reforma tributária - diz o tributarista Ilan Gorin.
Fonte: http://www.radiometropole.com.br/noticias/index_noticias.php?id=VGxSSmVVOUVRVDA9
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O Nem Comento, comentando: Na minha concepção, a relação do Governo Lula para o Governo Dilma é uma linha abissal da transição de 2002. O Brasil, nesta época, não existia nenhum financiamento externo, a campanha dos Tucanos contra o próprio Brasil e à pessoa de Lula, que até agora eles não pararam, afirmando que não iria cumprir com os 'contratos' firmado e nem dinheiro em caixa.
Nesta perspectiva é onde eu afirmo a diferença de gasto e investimento. Os gastos demasiados durante os anos 90 é muito diferente dos INVESTIMENTOS do começo do século, ou seja, o governo Lula teve como primazia a força do Estado, injeção de capital e fortalecimento interno. Neste mesmo modo a integração com a América Latina, também, o fez crescer bastante.
Portanto, ao afirmar os cortes no início do governo Dilma não são cortes na carne e sim na gordura, para assim haver investimento em outras áreas.
Em suma, deixo o vídeo da compenheira Gleisi Hoffmann (PT/PR) que ilustra bem esse debate econômico, pois, participou das transições de 2002 e 2010.

